terça-feira, 9 de dezembro de 2014


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Saiba como adaptar-se às mudanças no seu trabalho

Mudanças no trabalho como trocas de chefia, setor ou de equipe podem forçar os profissionais a saírem de suas zonas de conforto. Em momentos como esses, quem tem maior capacidade de adaptação leva vantagem. "Nós nos apegamos a determinadas situações e sofremos quando a mudança acontece. Ter de aprender algo novo e recomeçar gera insegurança, por isso muitos não gostam das mudanças. Estar aberto e disposto faz toda a diferença para o profissional", afirma a coach Daniela do Lago.

Para a especialista em treinamento e desenvolvimento da Innovia Training  Lucienne Baldez, os profissionais com maior capacidade de adaptação enxergam as mudanças como oportunidades, têm autoestima elevada, são emocionalmente estáveis, sabem ouvir e respeitam o espaço do outro e são mais sociáveis no trabalho. Baldez afirma que pessoas com essas qualidades são capazes de lidar com problemas, conflitos ou situações estressantes sem se abalar emocionalmente. "Elas conseguem manter otimismo, confiança e autocontrole nas situações mais inesperadas e conflitantes", diz.

Para a Lucienne Baldez, diferentemente do que a maioria dos profissionais imagina a capacidade de adaptação não nasce com as pessoas, mas pode e deve ser desenvolvida. "Nenhuma mudança comportamental é adquirida sem conhecimento, prática e treino. No começo, não é tão simples, mas com empenho é possível descobrir que ser resiliente (suportar e reagir positivamente a dificuldades) é a ferramenta mais importante e a mais utilizada pelos profissionais de sucesso", destaca.

As mudanças na tecnologia e nas relações de trabalho provocam mudanças bruscas nas empresas, segundo o headhunter do site Recrutando.com Luiz Pagnez. Segundo ele, quem não se adapta fica em desvantagem em relação aos seus colegas e pode comprometer sua empregabilidade. O headhunter afirma que, muitas vezes, o mercado pode ser cruel e fazer uma ‘seleção natural’ entre os profissionais com dificuldade de adaptação e aqueles que têm facilidade em aceitar as mudanças.

E não adianta bater no peito e dizer que é um profissional que se adapta facilmente às mudanças, porque os recrutadores estarão atrás de pistas que podem revelar o contrário. "Não é fácil identificar porque todos acham que são adaptáveis. O selecionador buscará sinais indiretos, questionando os motivos das trocas anteriores de emprego, do seu relacionamento com chefes e colegas, por exemplo", diz. Para ele, candidatos que reclamam muito das empresas anteriores ou acham que o erro sempre é dos outros podem revelar que não se adaptam bem a mudanças.

Dicas para encarar mudanças no trabalho:

1 - Aceite as mudanças
Estratégias e tarefas mudam. No mercado, há muitos profissionais que se dizem resilientes (suportam e reagem positivamente às dificuldades), mas na verdade são os que mais rejeitam mudanças. O primeiro passo é aceitar que precisa e deseja mudar.

2 - Controle suas emoções
Saiba lidar melhor com situações de estresse. O fato de as pessoas estarem desesperadas com algo não significa que tenha que se desesperar também. Não se aborreça tanto com os detalhes e foque sua energia no resultado final.

3 - Gerencie seu tempo
Não confunda metas e responsabilidades com pressão. Defina prioridades para não ficar apagando incêndios. Desenvolva sua capacidade de discernimento e aprenda a identificar o que é importante e o que é urgente.

4 - Saiba dizer 'não'
O fato de o chefe pedir tudo não significa que tenha de aceitar. Seja claro e explique o motivo pelo qual não pode atendê-lo. Para isso, ter organização é fundamental.

5 - Mantenha-se atualizado
Estude e aprenda coisas novas. Mantendo sua empregabilidade em alta, você diminui a ansiedade de perder seu espaço (ou seu emprego) e pode lidar melhor com dificuldades e mudanças.


Fonte: UOL

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Como ser um profissional diferenciado?

Sucesso no mercado de trabalho tem a ver com atitude. É preciso oferecer diferenciais que os seus concorrentes não oferecem para agregar mais valor em seu salário e para desenvolver ainda mais a sua carreira com boas oportunidades.
Empregabilidade é a capacidade de se adaptar às novas demandas do mercado, conhecer de perto as tendências, dominar as novas tecnologias e desenvolver sua liderança. O profissional cobiçado por qualquer empresa é aquele que consegue oferecer ótimas competências e habilidades diferenciais – estas se sobressaem em qualquer processo seletivo.
Conheça algumas formas de se tornar um profissional diferenciado, independente de sua carreira ou profissão:

Atualização Constante

É preciso sair da zona de conforto. O profissional que não se mantém constantemente atualizado – seja nos temas correlatos à sua profissão ou em temas generalista – pode ficar defasado muito rapidamente em relação ao mercado de trabalho. Especialistas afirmam que, em uma seleção, cursos e workshops recentes podem favorecer o candidato – as chances podem aumentar em 20%.

Visão Sistêmica

É preciso ter a visão de todos os aspectos da empresa e de seu negócio: clientes, produtos, equipe, consumidores finais, fornecedores, parceiros, investidores, etc. – independente de sua posição na empresa. Quando você entra para uma nova empresa, é interessante sempre fazer uma pesquisa prévia e analisar desde o início todos os setores envolvidos. O seu trabalho deve se pautar pela visão do todo. Este hábito favorece a empregabilidade.

Comunicação

Saiba se comunicar de forma clara e descomprometida. Comunicar-se incluir as linguagens escrita, falada e visual. Você sempre comunica algo, seja com a escolha de seu vestuário, a forma como senta, o modo como anda e tudo mais. Saber se comunicar é saber dar e receber feedbacks, independente de como eles venham até você. Ter escuta atenta e saber ouvir é fundamental – algo que se pratica rotineiramente.

Competitividade

Espírito competitivo é o que move os profissionais a serem melhores. Se você não instiga a competitividade em si, pode estar deixando a concorrência se tornar melhor do que você. Ser competitivo é justamente apresentar diferenciais em relação ao mercado, e não competir diretamente com determinadas pessoas. O foco da competitividade deve ser você e sua capacidade de ser melhor. Considerar as demandas do mercado é importante, mas manter o foco no seu desenvolvimento e autossuperação é fundamental.

Liderança

Um líder se constrói com o tempo e demora muito para se desenvolver. Contudo, ter atitude diante de diferentes situações já expressa o seu potencial de decisão e a capacidade de fazer acontecer. Assumir responsabilidades, ser organizado, dar e receber feedbacks de trabalho, não levar as coisas para o lado pessoal, ter a visão do todo, sugerir e fundamentar as suas sugestões: tudo o que você puder fazer para despontar a sua capacidade de liderança é válido, em qualquer carreira.

Conhecimentos Técnicos

Em plena era da informação, é preciso buscar os conhecimentos técnicos e complementares necessários para desenvolver as suas funções. O profissional diferenciado agrega ao seu currículo toda a informação e o modo de fazer válidos a sua profissão. Capacitação é algo constante. A ideia é ser independente e ter todas as ferramentas necessárias para atuar em sua função: habilidades de escrita assertiva, conhecimentos das principais ferramentas de informática, conhecimentos e domínio em dois outros idiomas, além da língua portuguesa, etc. Ter a disposição de aprender é uma habilidade muito requerida pelas empresas.

Flexibilidade e Adaptação

O profissional diferenciado é muito flexível e adaptável. Assim como na natureza, a espécie mais adaptável evolui, e o mesmo acontece no mercado de trabalho. As demandas de uma empresa oscilam constantemente, e você precisa ter jogo de cintura para se adaptar e fazer o seu melhor diante das mudanças.

Fonte: www.papodeemprego.com.br 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Comportamento inadequado pode atrapalhar a carreira profissional

Por Daniela do Lago

O que é mais importante para sua carreira atualmente: habilidade técnica ou comportamental? É verdade que ambos são importantes para o sucesso na carreira de qualquer profissional. Sem dúvida, porém, o fator que impulsiona ou faz você tropeçar é sua habilidade comportamental.

Há pouco tempo, ser um especialista em qualquer habilidade técnica garantia um trabalho e, até mesmo, segurava um profissional na empresa. Tudo mudou. Vivemos em um mundo tecnológico veloz, em que qualquer profissional com o mínimo de vontade consegue ser um especialista em qualquer coisa, ao custo de uma banda larga. Isso quer dizer que a habilidade comportamental está sendo valorizada e é o que faz a diferença na vida de qualquer profissional.

Habilidade comportamental não pode ser comprada, terceirizada ou ensinada. Não é de fora para dentro e sim de dentro para fora. Não está atrelada à idade cronológica, tampouco à experiência profissional. Existem vários profissionais com idade cronológica avançada e que são extremamente imaturos em termos comportamentais. Da mesma forma, muitos jovens não têm sequer experiência profissional, mas são extremamente maduros na parte comportamental. Habilidade comportamental está ligada à escolha interna de cada ser humano.

Existem pessoas reclamando de suas empresas todos os dias. Elas não têm nenhum momento de alegria e, por isso, precisam de um alerta. Precisam despertar. Esta é a sua oportunidade de acordar e tomar as rédeas da carreira. Por isso, despertar na carreira e estar atento ao impacto que seu comportamento tem gerado na empresa é fundamental para o sucesso. Afinal de contas, muitos profissionais estão pautando seus resultados em expectativas irreais e, por isso, não alcançam suas metas. Se ligue e tenha foco para desenvolver cada vez mais sua habilidade comportamental. Esta, sim, irá garantir que o mercado de trabalho queira você.

Daniela do Lago, especialista em comportamento no trabalho. 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Saiba aprender com os erros

Você pode encarar os erros e as derrotas de duas maneiras: agindo como um avestruz, escondendo a cabeça para que ninguém o veja, ou sacudindo a poeira e olhando para frente, pronto para continuar lutando. Se você entregar os pontos antes de iniciar a luta, talvez passe a vida inteira procurando um culpado para o seu fracasso. A pessoa quase nunca acha que a culpada por suas derrotas seja ela mesma. É mais fácil e reconfortante dizer que os outros é que provocaram sua infelicidade. Entretanto, por mais que você esperneie e jogue o peso de suas derrotas nos ombros daqueles que estão à sua volta, lá no fundo sua consciência será testemunha de que o fracasso começou no momento em que se sentiu incapaz de vencer aquele desafio.

Se você enfrentar os momentos de dificuldades com coragem e determinação, mesmo que não consiga a vitória almejada, saberá que não recuou no instante em que você precisou mais de você mesmo. Independentemente do resultado que venha alcançar, sua disposição para a luta o deixará fortalecido, energizado, pronto para seguir adiante enfrentando os novos desafios que vida sempre nos oferece. Como exemplo, eu poderia citar inúmeros brasileiros, que nos momentos de maior dificuldade souberam lutar e derrubar todos os obstáculos que pareciam intransponíveis. Preferi, todavia, buscar um ensinamento da história universal, que sempre me ajudou a não esmorecer - Abraham Lincoln.

Vale a pena conhecer um pouco mais sobre a história de Lincoln, porque é certo que, se aprendermos com as adversidades, saberemos, cada vez mais, como agir de forma competente e segura. Talvez não encontremos na história líderes que tenham enfrentado mais adversidades que Abraham Lincoln. Uma das marcas mais impressionantes da sua trajetória é que saiu derrotado em praticamente todas as disputas de que participou. Lincoln perdeu duas vezes as eleições para o congresso, fracassou como comerciante, não o aceitaram como ministro do interior e não venceu o pleito ao se candidatar a vice-presidente. Só depois de muitas tentativas conseguiu chegar à presidência dos Estados Unidos. Começou exercendo funções braçais e teve um percurso profissional impressionante. Trabalhou como lenhador, foguista de máquina a vapor, agricultor, caixeiro de armazém, carteiro, agrimensor e advogado.

Essa vida sacrificada foi a têmpera do seu caráter, da força de vontade, da persistência e a responsável pela habilidade que desenvolveu para entender os sentimentos e as aspirações do povo que liderou. Além da sua vida repleta de lutas e superações, Lincoln deixou para o estudo da oratória um dos melhores exemplos de concisão e eficiência ao proferir o discurso que passou para a história como o discurso de Gettysburg. Em 1863, Gettysburg, na Pensilvânia, foi palco de uma das mais terríveis lutas fratricidas de que se tem notícia. Nesta batalha, cerca de 6 mil americanos perderam a vida e 27 mil ficaram feridos.

Ali foram enterrados os corpos, transformando os pomares daquela região em um grande cemitério. Por isso, a Comissão de Cemitérios da União consagrou aquele local como um monumento nacional.
Programaram um grande evento para a inauguração, mas os responsáveis sequer convidaram Lincoln. Por motivações políticas, preferiram chamar como orador o Sr. Everett, famoso pela eloquência e pela forma agitada como se expressava.

Lincoln soube da solenidade por um impresso. Acostumado ao jogo e às intrigas políticas, não demonstrou estar perturbado com o fato e, para surpresa dos organizadores da solenidade, mandou avisar que estaria presente. Embora surpresos com a notícia da sua presença, não se sensibilizaram e mantiveram o mesmo orador. Decidiram apenas que o presidente americano faria alguns comentários complementares depois do discurso. Além de chegar atrasado, o Sr. Everett castigou as 30.000 pessoas que acorreram ao local com um discurso de mais de duas horas. Lincoln, conhecendo melhor a alma humana, pelo intenso aprendizado de uma vida inteira de sacrifícios, fez o seu discurso em apenas dois minutos.

Ele sabia que o povo não estava em condições de ouvir por muito tempo e que a objetividade seria naquele momento a atitude mais apropriada. Este discurso, que cabe na palma da mão, entrou para a história, e a sua conclusão talvez seja um dos trechos mais repetidos em todo o mundo: 'Cumpre-nos fazer que esses homens não tenham tombado em vão, que, com o auxílio de Deus, a Nação assista à renascença da liberdade e que o governo do povo, pelo povo e para o povo, jamais desapareça da face da terra'.

Esse grande ensinamento nos foi legado por Lincoln: enfrentar as adversidades com a certeza de que, por mais difícil e até impossível que seja a chance de vitória, poderemos conquistar o que desejamos.
E também que a humildade e a generosidade são atributos que nos aproximarão ainda mais dos nossos semelhantes. São conquistas que tornam a vida mais digna de ser vivida.
     

Fonte: Reinaldo Polito, Mestre em Ciências da Comunicação.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Inovação muda o comportamento empresarial

Na forte transição do mundo cartesiano, onde a técnica era quem mandava, para um mundo que valoriza cada vez mais as ideias e livre pensamento do ser humano, a mão-de-obra está sendo substituída pelo capital intelectual e não se comanda o trabalhador com esse perfil da mesma forma que se motiva uma pessoa a utilizar seu intelecto para produzir alguma coisa.

Cada vez mais, a inovação tem sido um fator de sucesso muito grande na esfera empresarial. A criatividade não vem do processo cartesiano, mas é um processo muito diferente e ocorre em áreas diferentes do cérebro. Há uma revolução muito grande no entendimento de como nosso cérebro funciona, dado o avanço da neurologia. O primeiro sinal muito forte sobre isso foi dado por um médico português Antônio Damazo, um dos melhores neurocirurgiões que atuam nos Estados Unidos, que escreveu um livro de divulgação chamado 'O erro de Descartes', “no qual ele apontava que o filósofo não tinha razão: não é 'penso logo existo', mas 'sinto, logo penso'”, diz Moisés Fry Sznifer, professor dos programas de mestrado e doutorado da FGV-EAESP.

O CEO, pessoa que mais deveria possuir conhecimentos técnicos, que justamente por razões técnicas chegou ao posto que ocupa, deve, agora, ter inteligência emocional para comandar. Essa transição da mão-de-obra para o capital intelectual exige que o líder cuide dos afetos das relações entre as pessoas, e não mais somente do “comanda e obedece”.

Fonte: FGV-EAESP


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Você sabe manter o foco?

Por Patricia Gebrim

A vida não acontece da mesma forma para todas as pessoas. Para alguns de nós a vida mais parece uma sequência meio maluca de coisas que vão acontecendo aleatoriamente, quase como se a pessoa, dona da vida, não tivesse nada a ver com isso. Já com outras pessoas, a vida parece ganhar um formato mais ordenado, como se fosse um quadro feito de imagens que, antes de serem colocadas na tela, tivessem sido cuidadosamente concebidas na imaginação do artista.

Para que sua vida seja uma obra de arte, é preciso que você reconheça a si mesmo como o artista. Sim, você é o artista! E um artista precisa de foco. Foco e paixão. Precisa ter o desejo, lá no fundo do seu ser, de transpor para o mundo externo o que pulsa em seu íntimo. Precisa acreditar-se capaz de criar. Precisa correr o risco de frustrar-se, e ainda assim continuar tentando. Essa persistência é o que estou chamando de foco. Essa capacidade de continuar na direção escolhida, a despeito dos resultados imediatos obtidos.
Eu me lembro de uma vez em que tentei fazer uma escultura em um pedaço de madeira. Fiquei horas cavando aquele tronco que encontrei no meio da mata. Mais horas pintando, acertando... e finalmente... uma linda deusa esculpida, minha obra de arte! Mostrei à minha amiga, e ela achou que eu tinha esculpido uma múmia! - que decepção!

A moça da limpeza me disse que tinha certeza que minha escultura retratava uma bruxa, e o ascensorista afirmou, com convicção, que eu tinha esculpido um porco!

Assim é a vida, muitas vezes.

Você consegue persistir, mesmo quando percebe ainda estar longe de atingir o desejado objetivo? Mesmo ao perceber que a diferença entre você e um escultor é de... anos luz? Consegue manter o foco no que deseja, mesmo quando a vida não lhe dá tapinhas nas costas?

Pense por um momento em quais são as coisas que você realmente deseja atingir. Um trabalho satisfatório? Um relacionamento saudável? Uma casa de campo? Habilidades de mágico?

Seja lá o que for, o que lhe digo é que... sem foco... nada feito! Sem foco você acabará desistindo no meio do caminho, às vezes a um milímetro de finalmente atingir o que desejava. Desistir é abrir mão da vida. Como fazem as crianças que cruzam os braços e dizem que já não querem mais brincar.

São duas as suas opções.

Você pode continuar em frente, mesmo errando, mesmo se perdendo de vez em quando, mesmo fracassando vez ou outra. Ou pode desistir.

A seu escolha fará toda a diferença, não apenas nos resultados obtidos, mas na forma como você gastará seu precioso tempo de viver. Uma vida é muito mais significativa e interessante quando tem foco, quando é vivida por alguém que acredita poder criar algo de belo, quando nos sentimos entusiasmados e seguimos com perseverança.

Sabe... Me parece triste desistir. Acho triste quando vejo pessoas que deixaram de acreditar, que pararam de tentar. Cheias de justificativas, ficam lá, largadas no meio do caminho. Acho triste pois, a meu ver, se seguimos em frente, mesmo que não encontremos o que inicialmente procurávamos, com certeza fazemos de nossa vida uma linda aventura, cheia de coisas para contar.

A vida não nos foi dada para ser economizada. Qual é a graça de se ganhar uma vela e nunca acendê-la? De guardar as melhores roupas para uma festa que nunca acontece?

Eu lhes digo o que penso. Se ganhamos de presente esta vida, que sejamos capazes de vivê-la com verdade, até o final!


Patricia Gebrim é psicóloga.