sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ferramentas para o crescimento


Quando queremos crescer, sob todos os aspectos, buscamos os meios necessários para viabilizar esse crescimento. Mas, é importante salientar que o comodismo é um dos maiores entraves nesse processo. Buscar as ferramentas necessárias ao crescimento pessoal e profissional requer determinação, otimismo, força de vontade, superação e, principalmente, humildade. O primeiro grande passo para o crescimento é abandonar a zona de conforto e decidir enfrentar os desafios e as mudanças que o processo de crescimento nos impõe. Se mantivermos o nosso perfil fincado no comodismo dificilmente cresceremos porque o processo do crescimento é baseado em desafios que somente podem ser vencidos se realmente estivermos dispostos a lutar. Quando decidimos permanecer numa situação de comodismo atestamos que não estamos dispostos a lutar em busca de um crescimento que nos proporcione melhores condições de vida nas áreas pessoal e profissional. O comodismo e a falta de perspectivas são dois fatores que dificultam o crescimento. 

Pensemos nisso!

Em Cristo, somos sempre grandes vencedores!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Executivos demonstram otimismo com o cenário de 2013


Apesar de a economia brasileira não ter crescido em 2012 como se esperava, os executivos se mantiveram confiantes com as perspectivas para 2013. De acordo com levantamento da Robert Half com 294 diretores, vice-presidentes, CEOs, presidentes, sócios, 68,2% deles estão otimistas para o próximo ano. O índice é pouco menor do que o registrado no final de 2011, quando 72,7% dos entrevistados estavam otimistas. As perspectivas positivas para 2013, segundo os executivos, são por conta por conta do crescimento da economia brasileira (46,3%), Copa do Mundo e Jogos Olímpicos (12,8%), solução para crise internacional (11,2%) e pré-sal (4,5%). O levantamento ainda mostra que, 59,5% dos participantes pretendem investir em 2013 mais do que em 2012 e 39,3% deve contratar mais do que em 2012.
De acordo com Fernando Mantovani diretor-geral da Robert Half, o cenário macroeconômico é favorável para 2013. “Quando conversamos com nossos clientes percebemos que não há pessimismo, pelo contrário, a maioria deve seguir investindo e contratando, como revela a pesquisa”, aponta.  “Talvez exista um pouco mais de cautela, pois em 2011 todos estavam muito otimistas e 2012 não foi tão bom como o esperado, mas não foi um ano ruim. O cenário continua bastante favorável, o câmbio está a favor e há medidas do governo para projetos de longo prazo como infraestrutura de uma forma geral, além da recuperação da indústria e diversos outros setores que se mantiveram aquecidos”, completa.
Com relação a tendências sobre mão de obra especializada para 2013, Mantovani destaca o aquecimento da busca por profissionais temporários. “Observamos que além das vagas permanentes, o mercado brasileiro está cada vez mais maduro com relação ao regime de contratação de profissionais temporários para projetos, que é muito forte fora do Brasil”. “Em 2012, já houve um crescimento importante neste tipo de contratação e as perspectivas são bastante positivas para 2013”, conclui. Além do amadurecimento das empresas brasileiras, a grande quantidade de multinacionais, já acostumadas a realizar este tipo de contratação fora do Brasil, e que agora passam a operar também no país, tem contribuído para disseminar o trabalho temporário de profissionais de média e alta gerência.

(Canal Executivo)

Estratégias de atendimento como diferencial


Cliente bem atendido é cliente satisfeito, e cliente satisfeito não só volta a comprar, mas também indica outros clientes. Entender essa dinâmica é o grande segredo das empresas bem-sucedidas e posicionadas no mercado. Essas empresas entendem que não há outro motivo para se trabalhar o bom atendimento ao cliente se não for para criar condições favoráveis para novas vendas. É tanto que, na opinião do consultor e diretor da V2 Consulting, Vladimir Valladares, qualquer justificativa fora dessa linha é puro discurso. "Imagine então que um cliente insatisfeito, além de não voltar a comprar, vai ser uma propaganda negativa e um inibidor de vendas para toda a sua rede de relacionamentos. E hoje, com as redes sociais, é um péssimo negócio gerar reações de insatisfação nos clientes, pois os efeitos são incontroláveis", atenta o consultor. Mas proporcionar uma boa experiência ao cliente vai muito além do atender, e é nesse ponto que se encontra a maior falha de grande parte das empresas. "Muitas ainda trabalham o atendimento ao cliente com visão limitada, achando que somente determinadas áreas da empresa têm responsabilidade por garantir o bom atendimento, isso quando não acham que somente as áreas que só fazem atendimento ao cliente têm essa responsabilidade", aponta.

(Gestão & Negócios)

sábado, 12 de janeiro de 2013

A primeira impressão numa entrevista de emprego


A primeira impressão é a que fica? A frase clássica continua valendo quando falamos de uma entrevista de emprego. A pontualidade, a postura, o vestuário ou a maneira utilizada para falar sobre si mesmo são algumas das variáveis que costumam impactar o entrevistador, tanto de forma positiva, quanto negativa, já no primeiro contato. Segundo Mariana Almeida, gerente de Recursos Humanos da Mega Sistemas Corporativos, para evitar gafes, o participante de um processo seletivo deve se preparar com antecedência para as perguntas do entrevistador, para as dinâmicas em grupo e, até mesmo, para imprevistos.
“Antes de comparecer a uma entrevista, planeje o seu tempo para chegar no horário marcado com, pelo menos, meia hora de antecedência. Cheque o endereço e qual o meio de transporte mais adequado para a ocasião. Pesquise sobre a empresa, sobre a oportunidade de trabalho e sobre mercado de atuação da companhia. Também é importante demonstrar segurança ao falar de suas qualificações”, recomenda.
Confira abaixo outras dicas da executiva para uma entrevista sem gafes:
· Leve um currículo atualizado, bem elaborado e enxuto. “E muito cuidado com a criatividade excessiva ao preparar um CV! Os recrutadores valorizam a objetividade e, sobretudo, informações fidedignas”, alerta Mariana.
· Defina seus pontos fortes, pontos fracos e conquistas. O autoconhecimento é fundamental e colabora para sua marca pessoal. Procure “vendê-los” de maneira honesta e objetiva;
· Seja sincero e transparente nas informações dadas. Mentiras nunca ajudam e os selecionadores estão preparados para desmascará-lo, o que certamente pode prejudicar sua carreira;
· Cumprimente o entrevistador com um aperto de mão simples. Intimidade demais ou arrogância são posturas deselegantes;
· Jamais fale mal de seu emprego ou chefe anterior;
· Não exagere no perfume. Algumas pessoas podem ser alérgicas a cheiros fortes e o recrutador pode ser um deles. E, mulheres, cuidado com a maquiagem. Deem preferência aos tons discretos, como os pastéis ou nude;
· Esteja bem trajado. Ternos para homens e tailleurs para mulheres continuam sendo as melhores opções. Mesmo para o caso de vagas em que a função a ser executada não exija trajes formais, vale a pena comparecer à entrevista com um traje social e que passe credibilidade ao entrevistador;
· Mantenha o contato visual com o entrevistador. Isso irá demonstrar interesse e atenção. Olhar cabisbaixo sinaliza timidez ou depressão;
· Tire dúvidas e faça perguntas no momento da entrevista. Isso demonstra interesse pela vaga. Perguntas sobre as políticas e cultura da empresa podem ser realizadas e são importantes para a tomada de decisão do candidato;
· No momento da seleção, muitas empresas procuram desarmar os candidatos com brincadeiras ou atividades descontraídas nas dinâmicas em grupo. O objetivo é conhecer melhor os participantes, as características pessoais e o perfil de cada um. Portanto, manter a tranquilidade, ser claro e objetivo na exposição de ideias e agir naturalmente podem levá-lo a conquistar a vaga tão almejada;
· Durante uma entrevista ou dinâmica de grupo deixe o celular desligado. Esqueça o SMS e não atenda ligações. Nada é mais importante que o seu futuro profissional neste momento.

(Canal Executivo)



Microempresários têm novo programa de capacitação continuada


As microempresas de todo o País, com faturamento bruto anual de até R$36 mil ao ano, já podem contar com o mais novo projeto de capacitação criado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional), o Na Medida. Para atender às especificidades e demandas reais dos empreendedores, o programa oferece, de forma didática e objetiva, cursos, palestras, oficinas, consultorias e diálogos empresariais. Sua proposta é que os conhecimentos aprendidos sejam facilmente absorvidos e aplicados. A gestora do projeto no Sebrae do Distrito Federal, Cláudia Trindade, afirma que o objetivo da nova ferramenta é oferecer ao microempresário um conjunto de soluções e canais de comunicação e interação capazes de estabelecer uma rede de relacionamento com o seu segmento. "A finalidade do Na Medida é tornar-se um espaço de formação, comunicação e interação entre os empresários participantes em busca do seu desenvolvimento contínuo", declara.
O projeto é composto por oito soluções, sendo que quatro destas são novas: Gestão Financeira, Tributação, Gestão de Pessoas e de Equipes e Planejamento Estratégico. As outras quatro já existiam no portfólio da instituição e migraram para o projeto porque atendem às especificidades de linguagem, estratégia e conteúdo, sob novas denominações. Estas soluções que foram adaptadas são: "Plano de Marketing", renomeada para "Plano de Marketing Na Medida"; "Internet para Pequenos Negócios", que passou a se chamar "Internet Na Medida"; "Redes Associativas", que virou "Associativismo Na Medida"; e o "Empretec", que não sofreu nenhuma adequação ou alteração (VER BOX). "As ferramentas foram desenvolvidas com o intuito de efetivamente atender a demandas do empresário de microempresa. São cursos com consultoria acoplada e que trabalham ferramentas de fácil aplicabilidade nas empresas", explica Cláudia Trindade. Cada uma dessas soluções possui um valor específico, vai depender do que o empresário necessita.

(Gestão & Negócios)



Arrogância é fatal


Alguns funcionários – geralmente de empresas importantes ou que trabalham com produtos e marcas famosas – se acham mais importantes que os clientes. Mas também, como contraponto, vemos marcas famosas que estão crescendo 40% ao ano com sua base em treinamento de gerentes, vendedores, desenvolvimento humano e tecnológico, equipes, foco em produtos, inovações, motivação de pessoas, foco em educação e muito treinamento que tem o princípio da repetição até atingir a excelência.
Falando daqueles que perdem negócio, à medida que incorporam este ser mais importante, esses funcionários começam a perder a noção de que estão ali para servir o cliente e o desprezam, são arrogantes, acham que tudo o que o cliente pede é“impertinente” ou até “intolerável”. Em certas concessionárias de carros importados, os vendedores parecem donos do mundo e julgam a clientela pela aparência, atendendo apenas alguns escolhidos.
Há garçons de restaurantes famosos que parecem estar fazendo um favor em nos atender bem. Acham-se mais importantes que os clientes que ali estão. Acostumados com as celebridades acham-se “a própria celebridade, sendo que nem essa tem o direito de humilhar ninguém. Já estamos no terceiro milênio, mundo mutante. A Europa fala e sofre com a crise, mas gastou mal nos últimos 30 anos e agora paga o preço. Isto é, a vida é débito e crédito. Se há um bolso que sai e outro que não entra ou guarda, quebra mesmo.
Pensa que atendimento a clientes é diferente disso? Pensa que relacionamento com pessoas é diferente disso?
Que tal você discutir essas questões com sua equipe? Nesse exercício, que todos façam as devidas reflexões. Elogio é bom, mas também é preciso avaliar como o principal alvo, o cliente, está sendo atendido. Você está encantando seu cliente? Pense bem, comece a treinar agora para não reclamar depois.Cuidado, a arrogância é fatal.

(Gilclér Regina)


Frase


"Nada muda se eu não decidir mudar."
(Chagas Pereira)