sexta-feira, 8 de julho de 2011

Os Caminhos de Deus

Nossos caminhos nem sempre são aqueles que nosso coração projeta. Nem para nós, nem nossos filhos ou para a pessoa que nosso coração elegeu. É evidente que Deus quer a nossa felicidade e que nos deixou o livre arbítrio para fazermos nossas escolhas. E olha o resultado: vamos à direita quando deveríamos ir à esquerda, nos precipitamos quando deveríamos esperar, esperamos demais quando deveríamos tomar uma atitude e tornamos nosso coração insatisfeito.

Se o coração chora, não é porque Deus provocou lágrimas, mas porque, tendo a escolha, ficamos do lado errado. Seria um mundo perfeito se projetássemos todos os nossos sonhos e que eles se construíssem pontinho por pontinho, até o fim. É isso que tentamos fazer diariamente quando dizemos a Deus para fazer exatamente aquilo que queremos que seja feito, porque bem sabemos, apesar de mal interpretarmos, que Deus deseja nossa felicidade e somente nossa felicidade.

Queremos aquele trabalho específico, um casamento perfeito com uma pessoa perfeita, filhos perfeitos e inteligentes, a cura para todos os males e uma situação financeira estável e equilibrada. Dizemos então a Deus:
- aqui estão meus projetos e eu sou seu filho.
Realize-os! Ah, se conhecêssemos o íntimo do nosso ser como Deus conhece!... se tivéssemos a humildade de pensar que talvez seria melhor tomar outro caminho que o planejado, não erraríamos tanto e não sofreríamos tanto!

Tente dar ao seu próprio filho tudo o que ele pede sem refletir, no momento que ele pede. Você perceberá com o tempo que ele ficou despreparado para a vida ou que correu riscos que poderiam ter sido evitados. Deus nos dá o livre arbítrio sim. Mas na Sua sabedoria pode nos dizer se este caminho é melhor que aquele, se o coração não está influenciado demais por emoções, se o dia poderia ser pintado de outra cor.

O coração projeta sim, para hoje, para amanhã e para depois e é bom que seja assim.
Precisamos de planos para o dia seguinte. Mas felizes são aqueles que sabem esperar a hora, o momento e têm a humildade de entregar esses planos Àquele que esquadrinha nossos corações e conhece nosso eu.

Fonte: Letícia Thompson

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O que a mulher deve fazer para alcançar altos cargos executivos

Afinal, o que é preciso fazer para se chegar ao topo da carreira profissional e ocupar cargos de alto escalão? Segundo estudiosos, é necessário muito mais do que capacitação técnica. Tão ou mais importante do que ter diplomas em boas universidades, especializações e fluência em diversos idiomas é apresentar um conjunto de aptidões comportamentais e emocionais bem desenvolvido. “De forma geral, no ambiente corporativo brasileiro há uma valorização de competências como autonomia, independência, ação, foco, intensidade e velocidade. Essas são aptidões que fazem parte do universo da natureza masculina. Em função disso os homens têm maior facilidade em desenvolvê-las. Isto ajuda a explicar por que as mulheres ainda ocupam menos de 25% dos cargos executivos no país”, diz Alexandre Costa, especialista em desenvolvimento de executivos da Integraal Human Performance.

Segundo Costa, é como se essas aptidões fizessem parte do “sistema operacional” masculino e já estivessem configuradas no “chip” do homem em maior ou menor grau de desenvolvimento, dependendo de cada pessoa. Isto não significa que tais competências não possam ser desenvolvidas pelas mulheres. “No ‘chip’ da mulher, estão pré-programadas outras habilidades relacionadas à natureza feminina, tais como inter-relação, conexão, relacionamento, responsabilidade e acolhimento. Claramente, essas competências também são importantes e vêm ganhando cada vez maior destaque no universo corporativo. Contudo, possuí-las bem desenvolvidas apenas não é suficiente”, afirma o especialista.

Costa diz que a “executiva ideal” deve, portanto, integrar e desenvolver competências dos universos masculino e feminino. Para tanto, existem metodologias comprovadamente eficazes que estão chegando agora ao Brasil. O especialista garante que a abordagem certa pode contribuir para o crescimento de qualquer profissional, não importando sua área de atuação ou idade. “O mais importante é estar disposta a trabalhar para promover mudanças positivas no comportamento. O resultado é um crescimento sustentável, mais tranqüilo e sem sofrimento”, finaliza.

Fonte: Canal Executivo

Treinamento é fundamental para a sucessão de um líder

Estar à frente de uma empresa é um desafio constante, superado dia a dia pelos líderes e fundadores. Enquanto alguém cuida da organização e conhece cada centímetro do negócio, tudo vai bem. O problema é quando chega à hora da sucessão. Se a empresa não estiver preparada para as mudanças na direção, as consequências podem ser desastrosas. “É fundamental montar uma estratégia para que a sucessão tenha êxito, especialmente quando a companhia é familiar. Os conflitos entre membros da família podem até derrubar a companhia”, diz Eberson Luiz Federezzi, consultor de carreira e diretor da empresa de recursos humanos Gnetwork.

O líder que está deixando seu cargo – não importa o motivo – deve ter em mente que é preciso preparar alguém para substituí-lo e dar continuidade ao trabalho. É importante lembrar que o sucessor não pode ser qualquer um. “O profissional escolhido deve ter as competências e qualidades necessárias para exercer o cargo. O ideal é optar por algum colaborador que, além de atender ao perfil do cargo, já tenha algum tempo de casa. Conhecer a cultura organizacional facilita a adaptação as novas responsabilidades”, afirma.

O sucessor deve ser treinado e conduzido para que possa dar o melhor de si. O líder tem que colocar o profissional dentro do contexto da empresa, mostrar que tem confiança nele para prosseguir com os projetos já em andamento e dar início a novas ideias. “Ninguém é insubstituível ou existirá para sempre. Por isso é imprescindível ter alguém pronto para exercer a função no momento da sucessão. Quem vai deixar o cargo deve planejar a sua saída, afinal treinar e deixar um novo líder preparado demanda algum tempo”, destaca.

Para a transição ser tranqüila – tanto para o sucessor quanto para os colaboradores que terão um novo líder -, é recomendado que as mudanças ocorram progressivamente. Informar todas as pessoas que fazem parte da empresa sobre a sucessão também é de extrema importância. “Será um período de adaptação coletiva, que pode ser ou não traumático, tudo depende da maneira como o processo é conduzido. Para evitar conflitos, as responsabilidades podem ser passadas de forma gradual para o sucessor, até que o procedimento seja finalizado”, observa.

Um bom líder não pode esquecer-se de transmitir os principais valores da organização para o sucessor e ajudá-lo a compreender a seriedade do seu trabalho. “Ética, compromisso, equidade e honestidade são princípios básicos e mesmo que o profissional já esteja habituado a este clima organizacional é importante ressaltá-los. Com um preparo adequado, o profissional irá atuar conforme as orientações dadas e não haverá maiores problemas com as mudanças na direção da companhia. Se houver dificuldades é possível contratar um consultor que poderá ajudar na transição”, diz.

Fonte: Canal Executivo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Um sonho de Natal!

O pai, cristão, tenta aceitar o namoro da sua filha com um judeu. Esforça-se para convencer a si próprio de que Jesus Cristo deixou um legado de tolerância e amor ao próximo, e que esse negócio de fazer separação religiosa contraria os princípios do Evangelho.
Mas no dia do primeiro encontro com o candidato a genro, prevalece o impulso atávico. O pai se lembra do ensinamento bíblico atribuído ao Messias: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6) , e dispara contra o rapaz:
- Quer dizer que você acha que Jesus foi um impostor?
A namorada, aflita com um possível conflito entre os homens da sua vida, estremece. Mas a diplomacia vence a provável desavença:
- De jeito nenhum! Acho que Jesus foi um grande judeu!, respondeu o namorado apaixonado.
O “confronto” acaba em sorrisos e demostrações de acolhimento.
O fato aconteceu no ano de 2003 e de lá pra cá os dois, agora genro e sogro, nunca discutiram a natureza divina de Jesus, se ele é ou não o Intermediador entre o homem e Deus e Salvador da humanidade, ponto nevrálgico que diferencia o Cristianismo do Judaísmo.

Invoco esta experiência própria ( sou a filha/ esposa em questão) para afirmar que podemos superar as diferenças e evitar que as convicções religiosas se sobreponham à capacidade humana de buscar a harmonia, em torno do bem comum.
Infelizmente, estamos bem longe desta sabedoria. É só ler alguns comentários relativos ao texto anterior publicado neste blog. Quando escrevi a crônica “A mea culpa divina” e criei a fictícia conversa entre Deus e São Pedro, tinha em mente o propósito de seduzir o leitor, utlizando um repertório linguístico amplamente conhecido, para compor a questão da degradação ambiental. Mas acabei ferindo os princípios religiosos de muita gente, que não hesitou em manifestar sua contrariedade e ignorar o clamor da Natureza.
Naturalmente fiquei desapontada ao verificar a dificuldade que muitos têm em enxergar a essência através da alegoria.
Mas é Natal! Tempo de generosidade e de se emocionar com um homem muito especial, cujos relatos históricos dão conta de um grande exemplo de vida, propagado por meio de palavras e atitudes.

Jesus veio de uma família humilde de operários da Galiléia. Sua primeira casa foi uma estrebaria, junto com guardadores de rebanho, ouvindo o relincho dos jumentos e o balido das ovelhas. Ele peregrinava a pé, fazendo o bem e ensinando o caminho da abnegação. Negava-se a aceitar qualquer tipo de recompensa material pela dedicação ao próximo e acreditava que a elevação espiritual solucionaria a inquitude humana. Morreu ciente de que cumprira sua missão.
O ego humano se encarregou de distorcer este legado e transformou a lembrança do nascimento de Cristo numa festa de cartas marcadas, que, em nome da união familiar, alimenta o atual modelo econômico e seus desatinos consumistas. A indústria, que sempre exaure os recursos naturais, celebriza a figura de um velhinho bondoso que distribui presentes na noite encantada. o marketing do papai noel é muito eficaz.

De acordo com a Consultoria MB Associados, este deve ser o melhor Natal da história do Brasil, em vendas no varejo. O comércio cresce a um ritmo de 14% ao ano, e só a festa natalina deve movimentar 96 bilhões de reais. Os dados profetizam que em dezembro serão vendidos, por minuto, no país: 101 celulares, 23 notebooks, 16 computadores, 12 smartphones, 7 carros. O homem de Nazaré certamente ficaria atônito diante da ironia dos “preparativos” modernos para seu aniversário.
Nesta semana, nada mais apropriado do que homenagear a verdadeira herança de Jesus, um presente valiosíssimo nestes tempos em o mundo se depara com as dificuldades de por em prática os princípios da Sustentabilidade. Reciclar valores, voltar às raízes e aos fundamentos, privilegiar o ser em detrimento do ter, buscando uma vida frugal e solidária, participativa e distributiva em vez de egoísta e cumulativa. A poderosa mensagem vem de um homem que, independentemente de seu papel como líder religioso, lançou a semente da revolução que pode nos libertar das armadilhas do mercado. Pode nos devolver o senso crítico para resistir à sedução desenfreada do consumo, que fragiliza o ser humano e a Terra em que ele habita.
Convicção religiosa, cada um tem a sua: genro e sogro, escritora e leitor (a). Ou não! Consciência social e ambiental, esta sim, precisa ser um bem comum e incontestável! Feliz Natal!

Por Rosana Jatobá

Texto publicado no blog de Rosana e no G1

Candidato deve buscar atender mercado

Na hora de mirar um setor para buscar trabalho, não basta olhar apenas para a tendência de crescimento. Especialistas afirmam que os candidatos devem estar qualificados e preparados para essas vagas. “É preciso estar atento ao mercado e buscar aperfeiçoamento profissional”, afirma Selma Morandi, diretora do Grupo Foco.

Alexia Franco, líder da operação da Hays no Rio de Janeiro, afirma, ainda, que cada candidato deve estar atento ao segmento onde atua, pois cada setor tem sua necessidade. A especialista dá a dica para profissionais de áreas técnicas buscarem experiência na elaboração de projetos. “Tudo depende de projetos atualmente. É preciso saber lidar com cronogramas.” Alexia destaca a importância de adquirir certificações. Um segundo idioma, principalmente o inglês, também é um investimento importante, segundo a especialista. “Muita gente não investe no inglês e fica para trás."

Proatividade

Para Alexia, porém, os candidatos precisam ter proatividade e ir atrás do mercado. “Tem muito profissional passivo. É preciso ler jornal, ver as empresas que estão em alta. Quem busca a carreira é o executivo”, diz. Selma concorda e destaca que o importante é estar sempre atualizado em relação às tendências e não esperar que a oportunidade “caia no colo”. É importante, também, ter autoconhecimento para saber o que gosta de fazer e “ir trilhando o caminho”, lembra Alexia.

Fonte: G1

A Educação pede socorro

O tempo passa e as expectativas aumentam em relação às melhorias no ensino público. No entanto, o tempo apenas tem contribuído para a decadência da qualidade da educação. Num passado não muito distante, a gente se orgulhava do que aprendia, resultado do empenho e da perseverança de nossos professores. Infelizmente, atualmente é com tristeza que percebemos profissionais graduados, pósgraduados, mestrados e até doutorados que ainda não aprenderam a escrever corretamente. É o reflexo de medidas equivocadas adotadas no sistema de ensino brasileiro. É o retrato de um sistema que considera alfabetizado quem simplesmente sabe assinar o nome. É preciso muito mais. É preciso uma urgente revolução no sistema educacional, sob pena de retrocedermos no processo de evolução que o país tem conseguido nos últimos anos. A educação é a base de tudo e as nossas crianças e os nossos adolescentes precisam, primordialmente, aprender a ler e a escrever corretamente. Isso depende da implantação de políticas que estabeleçam a qualidade como prioridade. Quem sabe as coisas não possam ser diferentes.


Chagas Pereira

Jornalista Profissional
MTE 165 DRT/RO
chagaspereira@gmail.com

Falta de credibilidade

Estudantes se mobilizam, em Brasília, contra o aumento salarial aprovado pelo Congresso Nacional. Legislar em causa própria tem sido a marca principal do Parlamento maior do país ao longo dos anos. E pensar que muita gente ainda acredita que a decência, a honestidade, a credibilidade e a ética pudessem ganhar espaço entre os congressistas. Por que será que dificultam uma reforma política mais completa e que defina penalidades mais rigorosas aos parlamentares? A bagunça e a falta de vergonha continuam dominando o 'império dos desavergonhados'. Que pena! O Brasil não merece esse tipo de gente...