terça-feira, 22 de julho de 2014

Saiba que etiqueta profissional é fundamental

Para cada ambiente e situação existe um conjunto de comportamentos e um código de conduta - explícitos ou implícitos - que são valorizados. Este conjunto de comportamentos, adequado a uma determinada realidade, é o que chamamos de cultura organizacional. Procurar a área de recursos humanos e os líderes da companhia certamente é melhor forma de saber qual é a postura que ela espera identificar em você.

Porém, existem algumas pequenas atitudes que são “bem vistas” e requisitadas em qualquer ambiente corporativo - independente de cargo. Alguns especialistas as definem como Etiqueta Profissional. Seguem algumas para exemplificar:

Vista-se adequadamente - no ambiente de trabalho a forma de você se vestir deve estar adequada ao perfil, segmento e padrão da empresa. Ter estilo próprio e seguir a moda é aceitável, mas o seu guarda roupa precisa combinar com o seu crachá.

Utilize os recursos da organização com moderação - para falar desse ponto, a melhor dica é que os utilize como se fossem seus. Os mesmos cuidados que você tem com os objetos da sua casa são os que deve ter com os da empresa. Fique atento ao tempo que usa o telefone, não imprima sem necessidade, desligue equipamentos que não estiver usando etc. Pense como gasta e utiliza o que lhe oferecem.

Seja discreto - preste atenção no impacto que cada “movimento” pode produzir no ambiente: falar alto demais, levantar-se com frequência, gesticular enquanto conversa etc. Esses comportamentos podem incomodar seus colegas - sobretudo em ambientes abertos.

Viagem corporativa não é passeio – se por ventura você estiver em outra localidade por conta da empresa, não se esqueça nem por um minuto que você está lá, representando-a como profissional. Por mais que seja um hotel maravilhoso, você está lá a trabalho e não em férias. Então, cuidado com sua vestimenta e com a forma que se posiciona em cada situação.

Confidencialidade é fundamental – a empresa tem um pacto de confiança com você. Nomes de clientes, pessoas e informações devem ser preservados. Procure avaliar cuidadosamente para quem e com quem irá compartilhar o que sabe e as suas percepções. Aqui vale tomar cuidado com o que se fala em elevadores, restaurantes e lugares públicos. A pessoa com quem você está conversando pode ser a indicada para o assunto, mas nunca se sabe quem pode estar ao lado.

E lembre-se: no trabalho, você é avaliado o tempo todo e a sua imagem profissional é formada a partir de como os outros te enxergam.

Fonte: Sofia Esteves (www.administradores.com.br)

domingo, 20 de julho de 2014

Assumir riscos para não correr riscos


Profissionais que saibam liderar são mais valorizados, diz consultor

A liderança estratégica e motivacional é uma das ferramentas cada vez mais importantes dentro do contexto organizacional e administrativo de uma empresa porque evidencia uma necessidade premente no que diz respeito ao bem estar do colaborador. De acordo com o jornalista e consultor Chagas Pereira, liderar com estratégias gestoras assegura o incentivo para que o liderado possa manifestar suas ideias e sugestões em prol do crescimento e do fortalecimento da empresa onde atua. “Não existem regras pré-determinadas que imponham condições específicas sobre que metodologias devem ser aplicadas por um líder, cabendo observar que ser líder é diferente de ser chefe”, diz o jornalista e consultor.

Segundo Chagas Pereira, quando se exerce um cargo de chefia normalmente se tem como proposta a busca por resultados, mas o mercado atual, bem mais moderno, dinâmico e exigente, busca profissionais que sejam diferenciados e não estejam apenas preocupados com resultados. “Nesse contexto está inserida a importância de um chefe que também saiba liderar, levando em conta que a concretização dos resultados depende do rendimento de uma equipe, que precisa estar motivada e movida por métodos estratégicos que possam oferecer subsídios diferenciados, capazes de manter essa mesma equipe sempre disposta e integrada na busca dos resultados”, acrescenta.

Na opinião do jornalista e consultor, ser chefe é mais cômodo para quem exerce tal função, ao passo que ser líder exige muito mais, principalmente porque um líder se envolve diretamente nas atividades e não apenas distribui as tarefas. “Um líder sempre está junto com a sua equipe, motivando-a e orientando-a para que os resultados sejam alcançados, não como uma obrigação, mas como um novo desafio a ser enfrentado e superado, com a satisfação de todos ao final de cada projeto”, destaca.

Chagas Pereira salienta que na atualidade o mercado de trabalho já não oferece muito espaço para quem se preocupa apenas em chefiar, mas tem valorizado quem possui habilidades de liderança. “Na verdade, é preciso saber chefiar, mas muito mais importante é saber liderar. Um líder sabe conduzir sua equipe com diplomacia, valorizando cada um dos integrantes, sempre disposto a ouvir as idéias e sugestões e a analisá-las. Um líder sabe admitir quando está equivocado, consciente de que não é dono da verdade. Além disso, saber ouvir é uma demonstração de sabedoria, porque mais aprende quem ouve do que quem fala”, complementa.


Organização e disciplina no controle das finanças pessoais

Para manter uma vida financeira saudável, a organização e a disciplina são fatores determinantes para o sucesso. Segundo pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), oito em cada dez brasileiros não tem controle total sobre suas despesas pessoais, ou seja, planejamento, orçamento e controle de gastos estão longe da rotina da maioria das pessoas.

Para manter uma vida financeira saudável, a organização e a disciplina são fatores determinantes para o sucesso. Podemos citar algumas ações iniciais básicas que são importantes para alcançar objetivos pessoais e manter-se estável financeiramente, tais como:

- Ter um orçamento ou planejamento financeiro: nesse planejamento devem constar todas as despesas e receitas, com certeza irá ajudar a visualizar melhor onde está sendo direcionado o dinheiro e vai também contribuir para estabelecer limites aos impulsos de consumo. É importante registrar todos os gastos, pois um comparativo dever ser feito entre o orçado e o realizado. Um histórico deve ser mantido para facilitar uma projeção de um ano seguinte;

- Poupar: por mais simples que possa parecer, são muitas as pessoas que não conseguem guardar parte de seus recebíveis. Muito pior, acabam gastando mais do que ganham. É importante poupar seja para comprar algo que estabeleceu como meta, para um investimento ou para ter uma reserva financeira. Aliás, ter uma reservar financeira para imprevistos é fator primordial, pois contratempos podem ocorrer, como a perda de emprego, uma doença ou qualquer outro fato inesperado;

- Meta: ter conhecimento de onde se quer chegar é fundamental. Conhecer quais são os objetivos e o que realmente precisa ajudará a reunir esforços para a realização por meio do planejamento. O processo de definir metas envolve a identificação das necessidades reais e até bens de consumo. Uma meta é um resultado muito específico do que se pretende alcançar. As metas podem ser definidas de longo prazo, curto prazo até para o dia, a semana, o ano e para a vida toda;

- Controle ao comprar: para evitar o consumismo, contribuir para redução de gastos e ajudar a poupar, façamos três simples perguntas antes de efetuar uma compra. Eu preciso desse objeto? Se você responder que “não”, que não precisa do objeto, final de conversa. Se responder que “sim”, faça a segunda pergunta. Eu tenho dinheiro? “Se você não tem dinheiro, acabou a conversa também”. Se tiver dinheiro, a terceira pergunta então. Tem que ser agora? Se você responder que sim, leve o objeto. Se a resposta for negativa, não faça a compra.

São inúmeras as dicas para que possamos ter um controle financeiro ideal. Seguindo as dicas básicas mencionadas neste artigo e contando com esforço e disciplina, um grande passo será dado para no mínimo ter as finanças pessoais organizadas.

Fonte: Eduardo Sehnem Ferro (www.administradores.com.br)

Saiba como aumentar sua autoconfiança

Pessoas autoconfiantes são cada vez mais admiradas, estudadas e observadas, na tentativa de se compreender e até mesmo reproduzir seu comportamento de sucesso. Mas como desenvolver autoconfiança na medida certa? Não é de hoje que sabemos a importância da autoconfiança em nossas vidas. Estamos a todo o momento sendo bombardeados por esta palavra que definitivamente caiu no gosto popular.

Pessoas autoconfiantes são cada vez mais admiradas, estudadas e observadas, na tentativa de se compreender e até mesmo reproduzir seu comportamento de sucesso. No ambiente profissional, pessoas autoconfiantes se destacam rapidamente, e acabam muitas vezes por construir uma carreira com a qual muitos sonham, de maneira própria e totalmente autêntica.

Quando falamos em consolidação de carreira, acredito que podemos compará-la a uma construção. Talvez por atuar nesta área, esta seja a melhor definição que me ocorre no momento. Carreiras e construções precisam de uma boa fundação para se sustentar, ambas precisam de base sólida para se manter em pé. Mas como construir uma base sólida para nossa vida profissional? A primeira coisa que precisamos, é realmente acreditar que somos capazes. Sim, isto é uma frase clichê, mas você deve concordar comigo que se não fosse verdade, tal afirmação já havia sido esquecida há muito tempo.

O fato é que o primeiro passo na direção de uma carreira bem sucedida não está em uma boa faculdade, títulos de graduação ou cursos de especializações, mas dentro de você e se chama autoconfiança. Isto não significa desmerecer ou deixar de lado o conhecimento que temos, pois ele também compõe boa parte da base que precisamos para evoluir profissionalmente, mas antes disso, é necessário acreditarmos e nos colocarmos como pessoas capazes para conseguir o que quer que seja e até mesmo adquirir maiores conhecimentos.

É a autoconfiança que faz com que possamos decidir que rumo devemos tomar, por isso é tão importante que você cuide dos pensamentos que moram dentro de sua cabeça, pois eles são determinantes em sua vida. As barreiras para seguir em qualquer área somos nós mesmos quem criamos, e da mesma forma que somos criativos para nos impor limites, também podemos superar o que nos impede de seguir adiante. Somos aquilo que escolhemos nos tornar, portanto comece a acreditar mais em você. Esta é a melhor forma de trilhar uma carreira e uma vida de sucesso.

Dicas para fortalecer a sua autoconfiança:

Pense positivo – Estudos da neurociência apontam que pensar positivo altera significativamente regiões do cérebro ligadas à emoção e ao planejamento estratégico. Quando pensamos no lado bom das coisas, deixamos o caminho livre para que o pensamento flua, encontrando melhores saídas para o que precisamos e consequentemente aumentando as chances de que as escolhas sejam mais acertadas. Pensar positivo, além de fazer bem para a mente, ainda afeta o comportamento das pessoas que nos cercam, gerando um ciclo de bem estar e animosidade à sua volta – vale a pena investir.

Deixe a espontaneidade fluir – Passamos muito tempo focados, buscando objetivos ou procurando cumprir metas, mas existem momentos que precisamos deixar de lado a seriedade e nos permitirmos agir espontaneamente. A correria do dia a dia nos faz perder este lado que é fundamental para a criatividade e até mesmo para a organização dos pensamentos. Se ficarmos pensando somente no que podemos ser ou ter, acabamos por deixar de aproveitar o que temos de melhor agora – Brinque, se divirta, permita-se em alguns momentos e deixe a espontaneidade fluir!

Saiba que você é uma pessoa única – Não existe outra pessoa igual a você no mundo. Sua voz, suas características físicas, seu conhecimento e suas experiências, são individuais e constituem tudo aquilo que faz com que você seja a pessoa que é. Se comparar, neste caso, acaba por se tornar descabido. Procure olhar para o que você tem de melhor, não em relação aos outros, mas em relação a si mesmo. Sua singularidade é seu principal diferencial.

Valorize suas características – Um ponto fundamental para a autoconfiança é a valorização de características especificas. Pessoas autoconfiantes sabem reconhecer e valorizar cada ponto forte que possuem e assim acabam por conquistar aquilo que desejam. Se você tem uma voz impactante, utilize-a a seu favor, procure conhecer o que você acredita ter de melhor, valorize suas qualidades, são elas as ferramentas disponíveis para que você possa fazer aquilo que gostaria de fazer. Potencialize o que você tem de melhor, trabalhe a favor de si mesmo, valorize-se.

Acredite em si mesmo – Se você não acreditar em seu potencial, as outras pessoas também não acreditarão e isto é algo que pode ser inexplicavelmente sentido. Quando não acreditamos em nosso potencial, acabamos por destacar esta insegurança de maneira inconsciente, fazendo com que outras pessoas também não acreditem naquilo que somos. O primeiro passo para desenvolver a autoconfiança começa em acreditar que somos capazes. Esta é a base sólida que precisamos para edificar o que quer que seja em qualquer aspecto da vida. Portanto, afaste as dúvidas que tem em relação ao que você consegue. Somos aquilo que acreditamos ser e nos tornamos justamente aquilo que escolhemos nos tornar.

Fonte: Gisele Meter, psicóloga e consultora.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como transformar adversidades em oportunidades

O uso da competência Gerenciamento de Projetos é cada vez mais comum nas organizações. Muitas empresas incorporaram esta disciplina gerencial como forma de inovar seus negócios, processos, produtos e modelos de Liderança. Apesar de ser notório o avanço das ferramentas técnicas, tais como cronogramas e orçamentos, grande parte dos projetos ainda termina com atraso e custando mais do que o orçamento inicial. De acordo com pesquisa do Stevens Institute, 85% dos projetos não cumprem o prazo, 70% superam o custo esperado, sendo que taxas de 200 a 300% não são incomuns.
Resta, então, uma pergunta: como podem os projetos ainda apresentarem tantas falhas dada a existência de tantas ferramentas técnicas e gerencias? A pergunta já traz em si a resposta: todos sabemos que projetos são feitos por pessoas e para pessoas. Então, é de se esperar que os fatores humanos sejam a principal alavanca, ou ofensor, na gestão de um projeto. Segundo pesquisa de Benchmarking do Project Management Institute Brazil, a principal causa de problemas em projetos é a falta de comunicação, atingindo 76% dos projetos analisados. Dada à importância do fator humano (ou soft) é importante que ele seja tão bem gerenciado quanto o aspecto técnico (ou hard) nos projetos.
A fim de equilibrar fatores hard e soft na Gestão de Projetos, a Gestão de Mudanças revela-se como sendo a competência (conhecimentos, atitudes, ferramentas e práticas) para alcançar e superar os objetivos dos projetos, transformando adversidades em oportunidades. Dentre estas práticas de "gestão com equilíbrio" destacam-se: o mapeamento das pessoas afetadas pela mudança (stakeholders), a identificação e a preparação do líder apoiador mais adequado para engajar estes stakeholders, além das ações de comunicação, treinamento e alinhamento constantes em todas as fases do projeto.
Uma dica para começar a incorporar esta competência no dia a dia dos seus projetos é reconhecer a mudança como um processo, entendendo que a implementação da mesma é apenas a parte final da transição. Antes dela, existem duas fases fundamentais: o reconhecimento da necessidade da mudança e o diagnóstico da mesma. Esta análise se dá em relação a aspectos como pessoas envolvidas, grau de resistência das mesmas, velocidade necessária de evolução, dentre outros quesitos. Assim como um avião precisa de combustível (força positiva) e vento contra (força negativa) para decolar, é somente neste equilíbrio de forças que as mudanças organizacionais em um projeto serão sustentadas. Outra recomendação é avaliar se as forças positivas sobrepõem às forças negativas.
Os resultados do investimento em ações de Gestão de Mudança são notórios. Segundo a consultoria britânica Changefirst, para cada R$ 1 investido há um retorno médio de R$ 6,50. A pesquisa Best Practices in Change Management revelou que 95% dos projetos pesquisados afirmam ter atingido ou excedido os objetivos quando realizaram uma Gestão da Mudança bem estruturada, contra 16% de sucesso em projetos sem este cuidado. E você, gostaria de obter mais informações sobre o conceito ou ainda está resistindo ao mesmo? Entre em contato, vamos trocar ideias, pois minha missão é apoiar pessoas e organizações a transformar sonhos em realidade.

Fonte: André Dametto

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Saiba como estimular seus colaboradores

Manter equipes motivadas é uma das principais competências de um líder. Mas para isso, as lideranças devem dispor de habilidades essenciais tanto para a capacitação, acompanhamento, ensino como também para o desenvolvimento dos colaboradores e a retenção dos talentos.
Entretanto, como manter a motivação? Existem muitos elementos motivadores, como por exemplo, as concessões financeiras que incluem como benefícios: aumentos de salário, bônus e participação nos lucros, porém segundo pesquisa, essa abordagem corresponde a apenas 30% da política de investimentos em retenção das empresas brasileiras. Mas, e quando o dinheiro não é tudo que o colaborador deseja como recompensa por seu trabalho?
Para dar mais embasamento ao trabalho das lideranças, o investimento em Treinamento motivacional é uma das ferramentas utilizadas pelas empresas para que os colaboradores ampliem sua visão da organização, enxerguem a importância de sua função para os resultados, de seus conhecimentos profissionais, de sua capacidade de evoluir e mais ainda, do seu potencial de tornar tangíveis as metas e os projetos.
Gestão do clima organizacional, planos de carreira, o investimento em treinamento e capacitação dos colaboradores, e hoje especialmente com a abordagem voltada para a implantação da cultura de Coaching, flexibilização de horários, a adoção de políticas de meritocracia e, são também essenciais, porque mostram o investimento da empresa na qualidade organizacional, o que confere aos colaboradores mais estímulo e segurança para continuar a desempenhar bem seu trabalho e alcançar a projeção profissional que deseja.
É de responsabilidade das empresas e dos gestores de pessoas buscarem as ferramentas para manter a motivação dos colaboradores, e isso inclui treinamento motivacional. Nesse sentido, é importante também treinar as lideranças para que consigam lidar com suas próprias expectativas e limitações, motivarem-se e ainda administrar as necessidades das pessoas e da empresa, posto que isso converge para num ambiente organizacional mais favorável ao alcance de resultados para todos.


Fonte: José Roberto Marques